Comemorar o nascimento de Jesus. Natal. Que lindo isso! É tão comum nos aniversários os parabéns, o ganho de presentes… Ter um dia para fazer memória ao Menino Jesus tem um significado muito maior. O nosso Deus desceu das alturas, para onde todos os olhares se voltavam, e veio ficar entre nós. No dia 25 de Dezembro, a imagem carinhosa que temos, é de uma criança recém-nascida que iria viver a concretude de nossa condição humana, mesmo sendo divina.
Depois de sua morte, lembremo-nos de que Ele ficou entre nós. É interessante como a constatação dos apóstolos: “Ele está no meio de nós” , repercute no modo como olhamos uns para os outros. Ele ficou. Permaneceu. Nunca nada continuou como antes Dele. Ele nos irmanou. Sua ausência física é certeza de sua presença na continuidade que fazemos de suas atitudes.
O Natal nos faz relembrá-las. Deixemos de julgamentos. Quem está certo? Por quê viver apontando o outro como pecador, se nesse momento, ao apontar o pecado alheio, quem mais peca é quem acusa, é quem aponta? Ocupemo-nos com a ceia! Memória Àquele que gostava de comer com os amigos. Façamos isso. Ao sentarmos à mesa nessa noite tão especial, tenhamos a certeza de que não estaremos alimentando somente nosso corpo. Não. Nossa alma é quem mais precisa de alimento. E… A mesa posta pede demora, pede partilha, sugere o encontro verdadeiro. Com Ele e com os que estão conosco. A mesa está pronta! O prato principal é o amor. O motivo de a mesa estar tão especialmente enfeitada é um só: Deus nos ama tanto, que esta noite, a que simboliza Seu nascimento entre as criaturas por Ele criadas, merece enfeites, sorrisos, alegrias. Os presentes? Ah! Cada um merece por ser tão especial para Ele. Feliz natal!
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