Obrigado! Valeu!
Um abraço ...um sorriso...Palavras são gestos simples,tão fáceis,tão necessários,que infelizmente estão entrando em extinção.Não que eu conceda favores esperando receber reconhecimento ou algo em troca, mas fazer tudo por uma pessoa sem ganhar nenhum tipo de consideração machuca.Dói ainda mais se nos retribuem com a ingratidão de uma picuinha ou a cobrança ...ou quando os papéis se invertem e nós é que precisamos de apoio.
Quantas vezes defendemos um amigo mesmo sabendo que ele está errado?Quantas e quantas vezes a gente deixa de realizar os nossos compromissos para ajudá-lo ? Dias ,prazos vencidos e uma única certeza de que fui apunhalada na primeira oportunidade.Investir em pessoas ,ser sincera e fiel desde o primeiro momento até o último ,abre um rombo no peito de quem um dia acreditou numa relação verdadeira.Chega uma hora em que ser amiga pelos dois cansa ,perde a graça.
Ninguém precisa de pessoas assim ; daqueles que ficam por perto apenas quando há um certo interesse. Queremos pessoas sempre prontas a nos ouvir, nos entender e respeitar nossas particularidades e limitações. Queremos pessoas que ofereçam o colo quando estamos sós, que nos puxem as orelhas quando erramos, que se preocupem em nos ver felizes. Amigos em quem podemos contar em qualquer momento e que confiem em nós acima de qualquer coisa. Pessoas incapazes de duvidar da nossa lealdade, do nosso caráter, e, principalmente, que saibam dizer muito obrigado, seja com palavras ou com o coração.
“Existem três classes de ingratos: os que silenciam diante do favor; os que o cobram e os que se vingam.”
Fiquei um tempo a me perguntar por que uma pessoa é capaz de fazer isso. Simples. A ingratidão também tem a ver com a falta de educação, o egoísmo e o desamor pelo próximo.
O ingrato esquece com muita facilidade. Não as coisas ruins, mas esquece as coisas boas que fizeram por ele. No seu “mundinho”, busca apenas os seus próprios interesses. É um tipo de pessoa que se torna cega para o amor e doação de quem está ao lado. O ingrato carrega entre as suas característica de personalidade, a desobediência que leva à rebeldia e à infidelidade. Ele não ouve a mais ninguém, não aceita conselho de ninguém, não considera ninguém capaz de ajudá-lo. Mas é preciso tirar-lhe o chapéu.
É um bom ator. O ingrato finge aceitar, mas sempre debochando e reclamando com outros de quem tenta ajudá-lo.
Volto a dizer que não acho que se deva ajudar alguém esperando retorno. As coisas devem ser feitas de coração. Mas reconhecimento e gratidão estão nos detalhes, nos pequenos gestos e situações. Por que não sorrir e fazer uso frequente do “obrigado”?
Seja grato aos seus amigos, à sua família, a Deus… Carregar um coração com alegria, amor e sentimentos verdadeiros só pode brotar muita gratidão. E finalizo com uma frase do escritor Machado de Assis:
”A ingratidão é um direito do qual não se deve fazer uso.”
A quem se encaixa nesse perfil, só me resta a certeza de que não merece fazer parte da minha vida, e também um recado: Tchauzinho, já vai tarde!
beijo me liga ........
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